Muito falamos sobre o mercado livre de energia: suas características e vantagens, principalmente. Mas já parou para pensar como chegamos a esse nível de maturidade e independência?

 

A história por trás desta revolução é muito fascinante: acompanhe cada detalhe, pois ele conta um pouco sobre uma das mais importantes vitórias para empresários e consumidores como um todo.

 

A reforma do setor elétrico (década de 1990)

Graças à ineficiência operacional das concessionárias de energia, bem como baixos investimentos no setor e complicações financeiras, muitas dores de cabeça se fizeram presentes na vida dos brasileiros. 

 

Engana-se quem pensa que apenas as residências sofreram com isso: empresas de alta tensão e indústrias também sentiram no bolso os efeitos de uma malha energética ineficiente e pouco confiável.

 

No entanto, a Lei de Concessões (8.987/1995) foi um marco histórico para o país: ela serviu de ponto de partida para a introdução do setor privado na geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.

 

Da mesma forma, a Lei 9.074/1995 regulamenta as diretrizes iniciais para a abertura do mercado livre de energia. A partir dessa data, contratos bilaterais entre produtores e grandes consumidores de energia se tornaram possíveis.

 

Em 1996, um ano depois destas duas leis tão importantes, foi criada a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Essa autarquia se tornou encarregada de regular e supervisionar todo o cenário de fornecimento elétrico do país, impondo normas e regras específicas para que o setor se tornasse transparente e sustentável.

 

O Mercado Atacadista de Energia (MAE) é criado

O MAE foi fundado em 1998 e é precursor do Mercado de Curto Prazo (MCP). Por meio dessa iniciativa mista, tornou-se possível firmar contratos entre geradores, distribuidores e consumidores livres com muito mais facilidade.

 

Alguns decretos, como o 2.665/1998, estabeleceram regras operacionais para o mercado livre de energia. Era necessário haver uma demanda mínima de 3 MW para fazer uso desse tipo de serviço.

 

No entanto, a necessidade mínima de fornecimento foi sendo reduzida ao longo do tempo, o que permitiu a elaboração de contratos mais acessíveis e flexíveis.

 

Criação da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE, anos 2000)

Em 2004, a CCEE foi instituída através da Lei 10.848: com isso, o MAE foi dissolvido. Agora, todo o mercado livre de energia é operacionalizado por meio dessa importante autarquia.

 

Hoje, é possível comercializar energia por meio do Ambiente de Contratação Livre (ACL) e do Ambiente de Contratação Regulada (ACR), ambas iniciativas da CCEE. Com isso, os direitos de geradoras e consumidores se tornaram muito mais amplos e sólidos.

 

Desde então, o mercado livre de energia tem conseguido criar contratos cada vez mais transparentes, sem letras miúdas e com valores extremamente convidativos. Hoje em dia, é possível economizar até 40% em sua conta.

 

O que você ganha com tudo isso?

Razões não faltam para que você traga o seu negócio para o mercado livre de energia! Eis algumas delas:

 

  • Flexibilidade: Em vez de pagar contas com valores exagerados e flutuantes, é possível realizar contratos com valores fixos, com reajustes claros e anunciados previamente;
  • Eficiência: Contrate somente o necessário para o seu negócio. Com isso, todos os seus processos serão otimizados;
  • Concorrência: Ser refém das concessionárias tradicionais de energia pode ser um verdadeiro pesadelo. Ter opções viáveis e mais acessíveis é sempre desejável, pois incentiva todo o segmento a entregar serviços cada vez melhores, mais baratos e ecologicamente sustentáveis.

 

Como fazer parte desta história?

É muito mais simples do que parece: basta entrar em contato com a Vektor Energia e solicitar uma análise. Lembre-se de separar uma conta atualizada de energia, pois ela é fundamental para que um comparativo detalhado seja proporcionado.

Envie uma mensagem pelo WhatsApp: em poucos instantes, um(a) especialista irá atender à sua demanda.

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